Como desenvolver o pensamento lateral

Como desenvolver o pensamento lateral

Existem várias técnicas de desenvolver o pensamento lateral. Eu vou listar as mais usadas e por sinal as que são eficientes, tanto para pessoas que desejam resolver problemas cotidianos que envolvam algum tipo de raciocínio ou para pessoas que trabalham com conhecimento e suas tarefas são baseadas na aquisição de novas ideias.

  1. Desafio

Aprender a desapegar é também uma forma de aprimorar o pensamento. Abandonar por completo o foco atual, o modo usual de resolver problemas ou pensar sobre algum tópico. Com o tempo, desafiar se tornará um padrão mental de questionar tudo o que está a seu alcance. O Desafio se consiste basicamente na pergunta “Existe outra maneira de se fazer isso?”

  1. Alternativas

Por detrás de toda alternativa existe um conceito. Cada possibilidade carrega consigo um infinito número de conceitos individuais que devem ser explorados. Aqui a flexibilidade é o que rege a orquestra mental e esta característica é parte essencial do pensamento.

Funciona da seguinte maneira: temos um objetivo e direções possíveis para abordá-lo; conceitos para cada direção que tomamos e ideias para cada conceito.

O aspecto específico é a ideia em si, o conceito é a raiz, e a direção é o caminho. Assim teremos: direção, conceito e ideias, cada um com seu universo particular.

  1. Provocação

Aqui chegamos na forma mais poderosa e rica do pensamento lateral. Sem provocação não saímos da nossa eterna zona de conforto e assim nada irá mudar. Aqui o pensamento usual sai de sua rota conformista e entra em caminhos alternativos para chegar a um destino.

O caminho conhecido só vai leva-lo ao mesmo lugar da mesma maneira. Se mudarmos nossa rota poderemos encontrar novos caminhos e novos destinos e a viagem será mais proveitosa, mais rica.

Resumindo o que vimos até agora, o caminho alternativo resulta em ser plenamente lógico. A técnica implica em passar de uma posição estável por meio de uma instável para outra estável. A provocação permite que sejamos loucos de uma maneira controlada.

Agora vamos nos concentrar na provocação. Existem duas etapas neste processo: preparar a provocação e utilizá-la. O segundo passo se refere a movimento, diferente da razão. Normalmente a razão se ocupa do que é e do que não é. O movimento, porém, se ocupa de onde as coisas vão, para onde elas são levadas.

Mesmo se uma ideia não parecer correta a princípio, ela poderá nos levar a outros caminhos que resultarão em novos destinos.

A provocação pode nascer de duas formas: espontaneamente ou seja não é procurada conscientemente e deliberada que é uma forma sistemática e formal.

Assim, criatividade não se resume somente a um brainstorming. Praticar estas técnicas não é tarefa fácil mas assim que se começa a desenvolver o hábito, as ideias começarão a brotar em sua mente e tudo o que você vê vai parecer novo, mesmo aquele chinelo velho no canto do seu quarto.

Gostaria de comentar?

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *